terça-feira, 14 de abril de 2020

                         VENDO ABRANTES DE PERTO





A história da nossa cidade


Tudo começou em 1558, às margens do Rio Joanes, quando os jesuítas João Gonçalves e Antônio Rodrigues formaram a Aldeia do Divino Espírito Santo. Logo depois surge a Companhia de Jesus, um espaço para catequizar os índios Tupinambás que viviam aqui.

Em 1624, a primeira grande vitória. Sob a liderança do Bispo D. Marcos Teixeira, várias autoridades foram acolhidas na vila e, junto com os índios, organizaram tropas de resistência que ajudaram a expulsar os holandeses da Bahia.

Em 28 de setembro de 1758 vem a emancipação com a expulsão dos jesuítas e o decreto assinado por Marquês de Pombal, mudando o nome do povoado para Vila de Nova Abrantes do Espírito Santo. Pouco depois, passou a se chamar Vila de Abrantes.
O município era bem pequeno e contava apenas com 544 casas e 1200 habitantes.
As terras pertenciam ao desembargador Tomaz Garcez Paranhos Montenegro que, graças à sua influência política, conseguiu trazer, em 1860, a estrada de ferro para suas terras, impulsionando o crescimento da região.
Em 1920, após o governador Francisco Marques de Góes Calmon mudar a sede do município de Abrantes para Camaçari, o distrito de Camaçari é criado. Cinco anos depois, passa a se chamar Monte Negro, em homenagem ao desembargador.
Finalmente, em 30 de março 1938, através de um decreto, o município passou a ser chamado de Camaçari, que ficou sendo formado pela sede e os distritos de Vila de Abrantes, Monte Gordo e Dias D’Ávila, este último emancipado em 1985.
O nome, que inicialmente se escrevia Camassary, tem origem tupi-guarani.
O significado é árvore que chora, devido ao orvalho que cobria a copa das árvores com gotículas de água.

Abrantes



Abrantes é um distrito de Camaçari e antiga sede do município. Suas origens remontam à antiga aldeia do Espírito Santo de Ipitanga, estabelecida em 1558, uma das quatro primeiras povoações fundadas pelos jesuítas no Brasil para catequizar os índios.
Em 1624, com a Invasão Holandesa, a aldeia serviu de asilo ao bispo D. Marcos Teixeira e ao clero secular da Diocese de São Salvador da Bahia .
Em 27 de setembro de 1758, a aldeia foi elevada à categoria de vila, com o nome de Vila Nova de Abrantes.
A histórica Igreja do Divino Espírito Santo, em Abrantes, foi certamente fundada no século 16, pois os jesuítas logo construíam suas igrejas nas aldeias que fundavam. O templo atual, entretanto, pode ser do século 17, já que a Aldeia foi reconstituída, em 1641, e remodelada em 1689.


Nossa praça Principal

A histórica Igreja do Divino Espírito Santo, em Abrantes. Esse templo era parte das antigas instalações dos jesuítas, no local (ilustração abaixo). A construção ao lado foi demolida em 1940. Não se conhece a data de sua construção, mas sua arquitetura simples assemelha-se a outros templos de aldeias dos jesuítas dos séculos 16 e 17.






A Villa de Abrantes da Comarca do Norte  representada em gravura de 1792, por Domingos Alves Branco Moniz Barreto, escriturário da contadoria geral da Junta da Real Fazenda da Capitania da Bahia (original no Arquivo Histórico Ultramarino, em Lisboa). Note a residência dos jesuítas em prédio anexo à Igreja (demolido em 1940). O desenho mostra a geometria da aldeia, em forma retangular, comum nas aldeias dos jesuítas da época.

Vamos conhecer nossa Abrantes 

hoje nos dias atuais já que Abrantes é a mãe de nossa cidade Camaçari

Camaçari começou a se desenvolver no ANO DE 1988 dando inicio a construções uma delas a prefeitura municipal que era de tábua  hoje depois rodoviária e feira,em vilas de abrantes foi construido a prefeitura avançada da orla,campo tudão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário